SOBRE MEDIR A SAÚDE DAS EMPRESAS

11 jun SOBRE MEDIR A SAÚDE DAS EMPRESAS

Imagine que uma pessoa está doente, seu estado piora sensivelmente e precisa ser levada para UTI. Lá chegando, os médicos não tem aparelhos e nem ferramentas adequadas para fazer exames para detectar o que a pessoa tem a fim de receitar o remédio certo. O que pode acontecer? Pode haver piora do quadro e até mesmo falecimento.

Pois é. Não é diferente com as empresas que estão com dificuldades. Há necessidade de dados de qualidade para levantamento de resultados e situação atual. Somente medindo constantemente a saúde financeira das empresas é que se consegue avaliar quão saudáveis são e como pode ser seu progresso a curto, médio e longos prazos.

Embora a grande maioria dos gestores já saiba disso, pecam na hora de produzir dados de qualidade. Como é isso?

  • Misturam contas pessoais com as contas da empresa
  • Não tem comprovantes de todos os pagamentos para acompanhar como foi gasto o dinheiro da empresa
  • Falta de politicas de pagamentos e recebimentos claras
  • Falta de controle de custos e despesas
  • Falta de acompanhamento de resultados
  • E uma infinidade de informalidades praticadas no dia a dia que invalidam os relatórios da empresa para oportunidades maiores

As PMEs têm dificuldades de levantamento de créditos porque tem dificuldade de produzir relatórios financeiros e contábeis de qualidade. A falta de controle  na base, na rotina do dia a dia, aliada à falta de acompanhamento de resultados, contribuem para o aumento de doenças que impossibilitam as empresas de terem melhor desempenho.

Estas dificuldades acontecem por falta de cultura e por falta de preparação empresarial dos gestores. Esta falta de profissionalização da gestão leva muitas empresas ao falecimento precoce.

Este cenário pode ser resolvido a partir de mudanças de atitudes e processos que mudarão a forma de verem as informações e assim, todos os envolvidos terem maior clareza sobre todas as atividades. Algumas atitudes que ajudam bastante nas mudanças necessárias:

  • Ter coragem de olhar para os números e entender o que eles estão contando da empresa
  • Pedir ajuda de pessoas neutras. Reconhecer que talvez, sozinhos, não consigam fazer o que precisa ser feito
  • Implantar o habito de acompanhamentos periódicos de resultados
  • Determinar funções especificas para as pessoas da gestão, a fim de garantir que todas as atitudes sejam tomadas com sucesso
  • Ter para quem prestar contas. Mostrar o que está fazendo e saber ouvir criticas sobre as atividades, mas que podem ser importantes para o desenvolvimento dos negócios
  • Ter frieza para cortar o que não serve mais
  • Ter coragem para fazer reservas financeiras
  • Ter consciência de crenças que podem impactar positiva ou negativamente

E por fim, ter clareza do proposito da empresa e dos objetivos que vem buscando  e assim, mudar os processos que possam estar afastando desses objetivos.

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