junho 2019

IDENTIFICANDO TALENTOS – MULTIPLICANDO RESULTADOS
IDENTIFICANDO TALENTOS – MULTIPLICANDO RESULTADOS Pequenos negócios nascem, na grande maioria das vezes, da associação de duas pessoas dispostas a assumir riscos e cuidar do novo empreendimento e, às vezes, de mais pessoas com vontade de ajudar nos projetos. Há inúmeros casos que o empreendedor começa sozinho como MEI – Microempreendedor Individual, como Firma Individual (Empresário) ou como Eireli – Empresa Individual de Responsabilidade Limitada. O fato é que no início, há poucos envolvidos. Autoconhecimento é requisito muito importante para que todo empreendedor entenda como atua um líder, trabalhando sozinho e como lida com equipes. Detalhes como saber a melhor hora do dia para atuação ajudam bastante na gestão de todos os negócios. Sabendo em que hora do dia tem melhor rendimento, empresários podem reservar para este período as decisões ou ações mais importantes para o negócio todos os dias. Além disso, tem as questões financeiras que precisam ser levadas a sério e, é claro, os empresários levam para a cultura da empresa, o comportamento que está acostumado, em seu dia a dia. E pensar e ter estratégias são fundamentais para qualquer negócio. Sabendo onde está e para onde pretende ir, fica mais simples desenhar rotas e corrigir o rumo se as coisas não estiverem acontecendo como planejado.
PESSOAS-O MAIOR ATIVO DE MICROS E PEQUENAS EMPRESAS
PESSOAS – O MAIOR ATIVO DE MICROS E PEQUENAS EMPRESAS Micros e pequenas empresas são as maiores provedoras de vagas de trabalho no Brasil. Responsáveis por mais de 95% das vagas, também são excelentes celeiros de talentos profissionais. No ambiente menos burocrático, as pessoas tem maior liberdade de aprendizado e podem contribuir mais com ideias que agregam valor a todos. Este ambiente favorável ainda encontra desafios como a rigidez da CLT – Consolidação das Leis do Trabalho e as várias confusões com sindicatos de categorias, que pouco ajudam e tem custos altos tanto para trabalhadores como para empregadores. Mas, isso é assunto para outra publicação. Dados do CAGED – Cadastro Geral de Admitidos e Demitidos referentes ao mês de maio de 2019 apontam que foram criadas no Brasil 1.453.284 novas vagas de trabalho. Por outro lado, foram demitidos 1.280.145 colaboradores. O saldo positivo de 173.139 não esconde o numero alto de demissões. Alguns motivos que levam a muitas demissões são:
  • Comportamento pessoal inadequado
  • Alto custo com encargos sociais
  • Condições financeiras dos empregadores por causa do mercado em geral
  • Falta de qualificação técnica
EMPRESÁRIOS BEM SUCEDIDOS CORRIGEM A ROTA DOS NEGÓCIOS

EMPRESÁRIOS BEM SUCEDIDOS CORRIGEM A ROTA DOS NEGÓCIOS

Quando micros e pequenos empresários começam um novo negócio, tudo que querem é ver os resultados do seu empreendimento. Há investimento de tempo, energia, dinheiro. O foco é o produto que está se criando ou o novo serviço que se pretende oferecer. É muito fácil manter o foco em todas as atividades desempenhadas porque na maioria dos casos, este novo empreendimento representa a realização de um sonho ou uma nova forma de viver a muito esperada pelos empreendedores. E lá está o negócio! Criado, pronto para alavancar. E começa a jornada de vendas. O tempo vai passando e os desafios vão sendo enfrentados dia a dia. São sistemas que não são tão simples de serem utilizados, são obrigações fiscais e contábeis de difícil entendimento, são padrões e regras trabalhistas que obrigatoriamente precisam ser atendidas, mas não combinam com a dinâmica do negócio. E ai os desafios parecem muito maiores porque fogem da beleza dos sonhos iniciais ou não são tão atrativos de praticar quanto a geração de produtos que podem resolver muitos problemas de muitas pessoas. E cá estamos diante da GESTÃO DA EMPRESA. E nela se encontram as demandas diárias que garantem o desenvolvimento e a evolução dos negócios. Embora sejam tarefas rotineiras e que parecem “perda de tempo”, quando levadas a sério, são capazes de mostrar pequenos furos que podem minar os resultados tão esperados. Costumo dizer que a empresa é uma PESSOA, que têm direitos e obrigações com sócios e a sociedade, como cada um de nós tem diariamente. Todos têm diariamente tarefas como banho, escovar dentes, trocar de roupas, alimenta-se e etc. Tudo isso fazemos quase que no automático porque “já fazem parte da nossa rotina”. Assim como esses exemplos diários dos cuidados pessoais como pessoa física, a empresa exige controles financeiros disciplinados, documentação adequada com fornecedores de serviços e produtos, controlar estoques, quando for o caso, ter um CRM, ou ferramenta equivalente que mostre o perfil dos clientes como quem são, onde estão como e quando compram o que compram, porque preferem seus produtos, se indicam ou não a empresa para outras pessoas, enfim, todos dados importantes que podem ser utilizados para desenvolver novas soluções para melhorar o atendimento da demanda. Incluir estas tarefas no cotidiano e permitir que faça parte da rotina ajudam a corrigir o que está impedindo o desenvolvimento do negocio. Empresários bem sucedidos corrigem a rota dos negócios. Este é um dos comportamentos principais de grandes empresas que querem se manter entre as melhores do mercado. Muitos empresários de empresas pequenas dispensam mais tempo olhando a “grama do vizinho” do que cuidando do seu próprio jardim. Se mudar o foco para o próprio negocio e buscar soluções capazes de atender suas demandas de acordo com seu porte, tudo pode fluir melhor. Eleja indicadores que serão os melhores parceiros para indicar o rumo dos negócios. Não escolha apenas pelo que a grande maioria faz, mas entenda de verdade qual será a importância daquele numero em seus negócios. É claro que alguns indicadores que são aplicados à área financeira, por exemplo, são imprescindíveis para controlar os resultados financeiros e econômicos, mas há a necessidade de entender de verdade o que aquele indicador quer dizer. Depois disso, ter alguém para quem prestar contas. De preferência alguém com experiência suficiente para opinar, com alguma expertise, sobre os resultados alcançados ou perdidos.
COMO MICROS E PEQUENAS EMPRESAS PODEM FAZER FAXINA FINANCEIRA PARA MELHORAR O DESEMPENHO E OS RESULTADOS
COMO MICROS E PEQUENAS EMPRESAS PODEM FAZER FAXINA FINANCEIRA PARA MELHORAR O DESEMPENHO E OS RESULTADOS. Discutir sobre finanças não é tema dos mais fáceis para todas as pessoas. Muitos vão reclamar dos juros abusivos de cartões e financeiras, falar da alta carga tributária do País, do custo Brasil que assusta até investidores internacionais, enfim, são motivos que não acabam mais para reclamar e justificar o baixo desempenho, pouca lucratividade e alto endividamento. Conversando com a educadora financeira AMANDA MEDEIROS, sobre educação e comportamento financeiro de pessoas físicas, falamos sobre faxina financeira. Um termo adotado por ela para instruir seus clientes a arrumarem a casa. Pegando carona no tema, vamos refletir sobre os motivos primários que podem levar as empresas a terem problemas financeiros:
  • Comportamento pessoal dos responsáveis. Crenças pessoais sobre dinheiro e prosperidade impactam diretamente nos negócios;
  • Falta ou erro de estratégia;
  • Falta de orçamento para o fluxo do negócio ou de produção;
  • Precificação errada, feita com falta de critérios;
  • Falta de indicadores financeiros que mostrem mais que o faturamento do mês e saldo bancário.
  • Falta de controle de custos operacionais
  • Confusão patrimonial – sabe aquela historia dos sócios pagarem as contas pessoais nas contas da empresa e vice-versa? Pois é. Além de ser ponto de alerta para o fisco, é um grande causador de confusão que esconde os resultados da empresa e os sócios não vem quanto de verdade o negocio está dando de resultados.
PARE DE PERDER DINHEIRO COM DESORGANIZAÇÃO – MUDE A CHAVE

PARE DE PERDER DINHEIRO COM DESORGANIZAÇÃO – MUDE A CHAVE

Micros e pequenas empresas enfrentam alguns fantasmas em relação a organização surgidos de crenças a respeito da burocracia. É um tal de achar que “o empreendimento é pequeno” e dispensa cuidados simples com controles internos que podem levar a prejuízos desnecessários. Há muita força investida para fazer a empresa dar certo, mas sem organização, pode deixar passar desperdícios, falta de qualidade de produtos e insatisfação de clientes. Estudos apontam que controles internos e atividades profissionais de gestão, são ferramentas importantes que garantem boa visibilidade das atividades e dos resultados da empresa. Algumas ações simples dos gestores contribuem para apuração de resultados confiáveis, tais como:  
  • SISTEMAS QUE OTIMIZAM - Uso de sistemas para controles financeiros e automação de todas as tarefas administrativas. Existem vários modelos no mercado, customizados de acordo com o porte da empresa, atividade e nível de exigências fiscais. Alguns são até gratuitos e funcionam muito bem como ajudadores dos gestores que não podem contar com muita mão de obra para auxiliar nas demandas diárias;
 
  • DIZER COMO SE FAZ - Ter processos simples e de conhecimento de todos os envolvidos na operação. Contratados internos e fornecedores de serviços e produtos devem ter conhecimento dos processos para que possam contribuir adequadamente com o todo;
 
  • ATENTAR PARA OPERAÇÕES DIÁRIAS - Cuidar dos dados diários com cuidado tanto com documentos físicos que ainda existam como com arquivos digitais armazenados nas maquinas internas. São esses dados ou informações de como foram gerados os recursos e como foram gastos que garantirão a qualidade da escrituração fiscal e contábil que apontarão os resultados e indicadores necessários para avaliar a evolução dos negócios;
 
  • ENGAJAR AS PESSOAS – Manter a transparência e clareza nos negócios é fundamental para ter o engajamento dos envolvidos tanto para que eles saibam da cultura da empresa e hajam de acordo, como para motivar que eles também sejam participativos e deem ideias e opiniões que podem agregar muito valor a todos.
SANTO DE CASA FAZ MILAGRES SIM

SANTO DE CASA FAZ MILAGRES SIM Os últimos estudos do SEBRAE apontam que 42% das empresas abertas são encerradas antes do segundo ano de vida. Diante deste dado, tem-se, então, 58% de pequenas empresas que além de sobreviver mais que dois anos, ainda oferecem empregos e...

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