Desafios de microempresários na contenção de custos

MICROEMPRESARIOS E A CONTENÇÃO DE CUSTOS

26 out Desafios de microempresários na contenção de custos

MICROEMPRESARIOS E A CONTENÇÃO DE CUSTOS

 

Os microempresários sempre tiveram desafios quando o tema é contenção de custos. Com a instabilidade no cenário econômico aumentam as possibilidades de treinar um pouco mais este tema e descobrir novas formas de fazer mais e melhor fugindo do fatídico “sempre foi assim”.

A forma mais produtiva de analisar o assunto é tendo dados para avaliar como estão sendo utilizados todos os recursos da empresa na execução das tarefas e como isso pode ser melhorado.

Existe uma tentação neste processo que é achar que muitas tarefas “consideradas simples” podem ser absorvidas por outras pessoas, minimizando o quadro de colaboradores com intuito de economizar e não observando como podem estar sobre carregados os demais que estão recebendo novas funções.

O mercado pede profissionais que lidem bem com atividades multi tarefas, mas o exagero da prática pode comprometer a qualidade final de todas as ações empresariais, podendo, inclusive, levar a prejuízos financeiros e problemas fiscais.

Quando os profissionais sobre carregados são os que fazem parte do time de gestão, ou seja, os que devem tomar decisões e cuidar das ações estratégicas da empresa, o assunto é ainda mais delicado pois quanto mais tarefas operacionais tiverem, ainda que sejam as “consideradas simples”, menos tempo terão para avaliar resultados e desempenhos.

E os GESTORES fazem parte desse grupo. Se você leitor é microempresário e não tinha se dado conta disso, pare um instante e avalie suas verdadeiras funções enquanto microempresário, criador de uma empresa gerada para DAR LUCROS.

Os microempresários tem desafios de manter os bons resultados do time e, em a tentação de assumir tarefas que não são suas ou, na falta de equipes bem formadas para cuidar dos processos, há falta de organização de tarefas com agenda e cronograma de ações que possam garantir o sucesso dos trabalhos.

O fato é quando não se observa isso, chega aquele momento de desgaste emocional desafiador e o pensamento mais comum é: “Eu preciso de mim pra tudo nesta empresa”. Este é um pensamento de exaustão emocional e profissional pelo qual muitos microempresários passam porque chamam para si atividades que não são suas, ficando mais cansados e obtendo menos resultados.

As empresas são organizações sociais criadas para gerar lucros para os idealizadores e seus pares e não para acumular problemas e prejuízos e isso independe se o mercado passa por turbulências ou não.

A melhor maneira de analisar esta situação é parando, revendo atividades diárias e, principalmente buscando pelos indicadores de resultados que podem estar sendo negligenciados enquanto os gestores estão ocupados com tantas outras atividades que poderiam ser delegadas.

Conter custos não é apenas cortar mão de obra de trabalho e nem cortar sistemas que contribuem para o bom desempenho dos processos. Significa sim, ter indicadores claros e atualizados que mostrem o que e como as atividades estão acontecendo e, diante dos cenários, ter-se novas ferramentas ou jeito de fazer que além de promover redução de custos, contribuam para melhoria da qualidade.

Nem sempre ter menos pessoas atuando é sinal de contenção de custos. Pode ser mais produtivo manter uma equipe que garanta o jogo em campo enquanto os microempresários dirigem o time com a mesma qualidade de tempo.

 

 

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